Alma

fingindo (1)

“É exatamente no momento em ela se mostra na radicalidade do feminino levado ao extremo, quando o corpo se enche de alma e suplanta sua arquitetura de carne e veias, é que surge o ponto cego, o significado obscuro, misterioso e incompreensível para aqueles que assumem a visão tecnocrática do parto.”

Jamais entenderão.

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