Usufruto

 

“A cultura enxerga o corpo da mulher como usufruto de todos, por isso é exposto, vendido, adorado, perseguido e manipulado. Já o corpo da mulher grávida é de todos, menos dela mesma. A sociedade diz: “A gravidez é um evento grandioso demais para ser confiado às mulheres. O fato de elas guardarem para nós os bebês não pode lhes garantir o direito de tratar seus corpos-cofres como bem desejam”.

Um corpo grávido é um bem social, e a grávida um estorvo e um risco ao nosso patrimônio.”

Ric Jones, “Atirem no Mensageiro – Crônicas à beira do abismo“, pág 135 (no prelo)

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