Vida em plenitude

Ninguém falou sobre isso, eu acho, mas para mim há uma brutal contradição no experimento dos vidros com arroz que receberam palavras “boas” ou “ruins”, realizados em uma escola do Paraná. (a piada óbvia é que para um vidro se gritava “Lula” e para o outro “Moro”)

O resultado para mim foi muito confuso. Não a constatação objetiva do experimento, mas como foi interpretado pela professora e por muita gente.

Vejam bem: No pote que recebeu palavras “positivas” nada cresceu, como pode ser constatado na foto. Tudo se manteve estático e estéril. Não houve crescimento de bactérias ou fungos. Tudo ficou como estava antes de ser fechado. Por outro lado, no vidro da “negatividade”, houve crescimento, abundância e uma multiplicidade biológica impressionante. Ocorreu intensa diversidade e estímulo à vida.

Em outras palavras, o pote da negatividade produziu energia e vida e o pote da positividade estagnação e esterilidade.

Ou vocês acham que a vida em seu fulgor e energia incessantes deve acompanhar os nossos pueris preconceitos estéticos?

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