Conversa com Roger

Bolsonaro, de tanta tolice que fez, ao menos nos fez um grande favor: nos livrou de um mal muito maior, a Lava Jato. Ela significava a União da Globo com judiciário e com o pior da classe média punitivista, essa mesma que pede AI5 e volta da Ditadura, das velhas de laquê solicitando tortura e dos aposentados com camisa da CBF.

A Lava Jato era a extrema direita no poder, com o supremo, com tudo. Seria um bolsonarismo de terno, gravata e toga. Moro seria o super-herói justiceiro, acima da lei, talvez o presidente. O promotor Deltan estaria montado em R$ 2.6 bilhões da sua instituição fascista montada com dinheiro da Petrobrás.

O “modus operandi” lavajatista disseminado por todo o país continuaria a produzir delações sob tortura, prisões midiáticas, juízes acertando sentenças, as “10 medidas” fascistas do Dalanhol e a disseminação de um Estado policial.

A luta de Bolsonaro com Moro fez o segundo se refugiar no exterior, onde podemos ver seu brilho aos poucos se apagar. Bolsonaro e o Hacker colocaram o poderoso juiz no chinelo, restando apenas o Barroso/Globo a lhe dirigir algum elogio póstumo.

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