Ódio

Ódio

 

“Não gosto o suficiente de você para lhe criticar, muito menos ofender. Sei que uma agressão de minha parte poderia ter como consequência – mesmo que teórica e improvável – uma reflexão e autocrítica suscitada em você. Entretanto, como meu ódio por você é visceral e incontrolável, usarei sobre si a mais mordaz das crueldades: ficarei em silêncio, calado e silente diante dos seus insultos e, assim fazendo, lhe condenarei a continuar exatamente onde está, imóvel e paralisado, infenso aos giros do tempo.”

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