Arquivo da tag: drogas salvadoras

Para onde correr?

A crise acabou fazendo a esquerda aplaudir Dória, agradecer a Máfia da BigPharma, abraçar a Globo e votar no Baleia. Espero que tenhamos a capacidade de reconhecer o significado dessas escolhas e não as consideremos naturais. A sociedade agora abraça o “progresso” medicamentoso e abre “os braços” (para não dizer outra coisa) para as multinacionais de drogas, confundindo oportunisticamente “droga” com “ciência”, como se estas empresas não fossem – no dizer de Peter Gotzsche – a perfeita definição de “Crime Organizado”.

A Pfizer, entre outras, tem uma longa ficha de crimes cometidos contra a saúde pública, tendo pago a maior indenização da história por seus delitos. Mas… ai de quem ousar questionar nossas salvadoras!!! Ao inferno com quem meramente questionar os “cientistas”.

Essa exaltação acrítica dos “pesquisadores” sem a devida contextualização sempre foi desastrosa na história. Tomar decisões com base no desespero, aceitando “qualquer coisa” para votar à “vida normal”, também.

“Não é o momento de criticar, isso se vê depois. Precisamos de uma esperança”, dizemos nós, de joelhos.

Na atual polarização política mundial o esquerdista padrão aceita bovinamente o controle das nossas vidas pela máfia das drogas, enquanto o reacionário nega qualquer avanço, chamando-o de “globalismo”. Para onde correr?

“Ah, cara… para de ser chato. Precisamos de algo para acabar com essa pandemia!!”. Claro, “punch 2”, certo? Questionar o que nos trouxe até aqui é como procurar a chave no lugar em que ela verdadeiramente se perdeu, mas onde é sempre muito mais escuro.

Veja mais sobre os crimes da Pfizer aqui e sobre problemas importantes de sua vacina aqui.

Deixe um comentário

Arquivado em Medicina

Streptococcus

Sobre a pesquisa de streptococcus.

A primeira vez que ouvi falar disso foi de uma enfermeira num hospital que eu estava visitando em Cleveland, no início deste século. Depois das minhas palavras sobre o projeto de humanoização do nascimento no Brasil ela me perguntou:

– Como é a rotina de vocês com pesquisa de strepto? Usam Penicilina em todos os casos positivos?

Eu fiquei confuso com a pergunta e respondi que não havia pesquisa nos hospitais nos quais eu trabalhava e sequer protocolos de cultura para streptococcus no pré-natal referendados pelo Ministério da Saúde.

Ela sorriu e disse: “Apenas aguardem que em breve chegará lá“.

Ela estava certa, da mesma forma como estava correta uma amiga enfermeira americana que me perguntou há uns 25 anos “se já haviam chegado Pokemóns no Brasil“. Com a mesma surpresa eu respondi que não sabia se isso era produto pra comer ou pra passar no cabelo.

Ela deu risada, mas me avisou: “A onda vai chegar, e tanto como aqui, será devastadora. Aguarde…

Pokemóns e novidades médicas são ondas, movimentos de mercado, novidades. Acontecem em ciclos: nascem, alcançam o apogeu e morrem. A partir de um determinado tempo é preciso algo novo, um novo brinquedo, uma nova ferramenta; algo que nos dê esperança. Pokemóns foram deixando o espaço depois de gerar milhões em lucros. Streptococcus espalharam pânico e gastos imensos para o sistema de saúde sem que a antibioticoterapia apresentasse qualquer solução. Produziu-se o medo para vender uma esperança.

Há alguns meses uma amiga americana, também do Norte, me escreve perguntando se já temos Cannabis medicinal para vender nas farmácias. Desta vez eu apenas disse que ainda não…

“Aguarde, disse ela. Será a nova panaceia.”

Se você acha os gurus e salvadores da pátria soluções infantis e paliativos isórios para questões complexas, por que continua acreditando em drogas para solucionar os dramas de sua vida?

Para as novas descobertas sobre a inutilidade do rastreio de streptococcus vaginais e perineais, clique aqui.

Deixe um comentário

Arquivado em Ativismo, Medicina