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Sionismo liberal

Agora todo mundo está vendo que do nada, por magia e por encanto, as pessoas começaram a ter atitudes contra j*deus no mundo inteiro. Assim, sem nenhuma razão aparente estamos diante de uma onda de antissemitismo. Essa mudança repentina no comportamento de cidadãos do mundo inteiro parece um pouco estranha, não? Não será porque canalhas de Israel já mataram mais de 80 mil árabes e cristãos civis, entre libaneses e palestinos? Certamente que essa antipatia contra os seguidores da Torah não é pela tortura sistemática de prisioneiros nas masmorras de Israel, e nem porque treinaram cães para abusar sexualmente de prisioneiros. Por certo que não será pelo enorme número de crianças palestinas com balas na cabeça e no peito, atingidas pelos snipers assassinos de Israel. Deve haver outra explicação. Só pode ser um ódio gratuito. E de novo Israel é a vítima do mundo. Nunca é pelo apartheid, pelos assentamentos ilegais, pelas prisões sem devido processo legal, pelos ataques à comunidade árabe. Mas, resta a pergunta: se os sionistas não são culpados, de quem srerá a culpa? Claro, dos palestinos, que jamais se renderam. Mas também virou prática entre os “sionistas de esquerda” (um oxímoro) chamar qualquer critica ao sionismo – seja pelo genocídio, pelas ocupações ilegais ou os assassinatos constantes – de “antissemitismo”. Todos que combatem o governo de Israel há décadas já receberam este tipo de acusação.

No entanto, perceberam como este ataque perdeu completamente a força nos últimos tempos? O que outrora amedrontava, por colocar no sujeito o rótulo de racista e/ou negacionista do holocausto, hoje virou um clichê gasto, usado por quem não tem mais argumentos e não consegue rebater a avalanche de acusações contra Israel. Hoje é possivel dizer que se você não for acusado de antissemita é porque não esta denunciando corretamente o genocídio sionista. Depois dos massacres em Gaza, ninguém mais consegue acreditar na retórica dos liberais, que ainda insistem na tese de que o problema com Israel é exclusivamente culpa de Netanyahu e a extrema direita fascista de Israel. Infelizmente, isso não condiz com a verdade. Pesquisa recente do Israel Democracy Institute (IDI) indicou que mais de 75% dos judeus israelenses apoiavam a continuação da guerra. Ou seja, a população judaica da Palestina apoia o massacre, e uma boa parte acha que foi pouco o que foi até agora realizado. Michal Woldiger, membro do Knesset disse: “Não existem inocentes em Gaza. Sim, crianças devem ser mortas também. Não existe outra maneira”. Pensem, essa mulher tem filhos e uma vez os carregou em seus braços. Quando uma mãe diz que crianças devem ser mortas numa guerra criada e levada a cabo por adultos qualquer sinal de humanidade já abandonou seu coração há muito tempo. Não resta nada, sobrou apenas um monstro de ressentimento, ódio e supremacismo.

Desumanizar os palestinos sempre foi a tarefa inicial do projeto sionista, e eles agora estão sendo mortos pela suprema ousadia de resistir. Mas enganam-se aqueles que acreditam, como os sionistas “moderados”, que se trata de um problema da extrema direita israelense capitaneada por Bibi Netanyahu. Não, essa parlamentar de Israel não é o resultado das políticas de Netanyahu, mas a razão pela qual esse canalha está no poder. Ele apenas representa estes degenerados sionistas supremacistas, produzidos na esteira de produção industrial de fascistas de Israel. O primeiro ministro israelense é tão somente o reflexo da sociedade que o sustenta, a consequência brutal de um modelo supremacista e racista, e não a sua causa.

“Sionismo democrático, liberal, trabalhista, humanista: sim; supremacismo territorial com roupagem de promessa bíblica: não.”

Como conseguem ainda defender esta tolice? Sionismo significa retirar os palestinos das terras em que habitavam há séculos para criar uma etnocracia que só se sustenta pelo terror. Imaginar que é possível criar um sionismo democrático excluindo os palestinos da equação é mais do que ingenuidade; é perversidade pura, supremacismo travestido de “libertação dos oprimidos”. Lembrem apenas que essas afirmações são idênticas à pregação de Adolf, que tratava a questão alemã como uma revanche do “povo alemão oprimido” pela conjuntura internacional e pelo acordo criminoso de Versailles, muito prejudicial para a Alemanha porque impôs perdas territoriais, limitações militares e pesadas obrigações financeiras que muitos alemães viram como humilhantes e injustas. Ora, as desculpas para massacrar os povos – ora judeu, agora palestino – aparecem sempre com uma roupagem bonita, certo? Compra quem quer. Mas Marx já deixava bem clara esta equação ao dizer que a história se repete, primeiro como tragédia … e depois como farsa. O sionismo é a farsa da emancipação judaica. Nada mais é do que a a roupa moderna do velho colonialismo europeu, expoliador, racista, violento e genocida.

A causa dessa disputa de narrativas é o modelo de terror implantado por Israel desde sempre, a começar pelo ataque ao hotel King David levado a cabo pelos terroristas do Irgun. Toda a história de Israel foi baseada na morte, na expropriação, no abuso sexual, na impunidade e no assassinato, basta ler com cuidado a história desse país! Enquanto aqueles que apoiam a causa palestina são chamados de “antissemitas” é preciso proteger e apoiar os semitas de Gaza, porque os sionistas liberais se ocupam defendendo poloneses e ucranianos em suas fantasias semitas ridículas. A sociedade israelense, que aplaude a tortura nas prisões e transforma torturadores em ídolos populares, tornou-se degenerada e doente. E isso não tem nada a ver com os judeus ou judaísmo, mas com essa perversão racista chamada sionismo. Assim como criticar o nazismo não significa ser anti-alemão ou anti-cristão, então não há porque acreditar nesta confusão oportunista. Ninguém mais compra docilmente as mentiras da hasbara.

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Hasbara, nova fase

Nas redes sociais continuam sendo disseminados argumentos alinhados ao sionismo liberal, principalmente agora, quando não há mais como esconder o horror e a matança patrocinada pelos sionistas. Entretanto, fica muito claro que esse discurso não cola mais. Todo mundo já sabe que essa é a tática do sionismo internacional por meio da nova fase da Hasbara. Os colonos, em especial a elite ashkenazi, são os principais porta-vozes dessa narrativa. Estes são os colonos europeus – em especial do leste – que se especializaram em roubar terras palestinas financiaram o colonialismo europeu no Oriente Médio, nada muito diferente do que foi feito pelos franceses na Argélia ou pelos Portugueses em Angola.

Cabe a nós, a esquerda consciente, dizer “chega!!” para esses argumentos requentados, que tratam toda crítica ao terror israelenses como antissemitismo; ninguém mais aceita cair nessas armadilhas, em especial quando vem daqueles que nunca derramaram uma lágrima sequer pelas crianças de Gaza e da Cisjordânia e, pior ainda, culparam a resistência Palestina e o Hamas pelas mortes causadas pelo opressor.

E sim, cada vez que um sionista é morto em batalha ficamos mais próximos da paz, até porque ele deixará de matar dezenas de crianças palestinas e Israel perceberá que será varrida do mapa pelo resto do mundo se continuar seu governo de terror. Os sionistas liberais precisam “mudar o lado do disco”, pois ninguém mais aceita o discurso batido do “Netanyahu maldito”, ou criticar Ben Gvir ou Moshe Feiglin como se a culpa fosse somente deles ou da extrema direita supremacista, quando 90% da população de judeus israelenses apoia o massacre – e ainda acha que foi pouco. É a cultura supremacista e assassina que precisa ser combatida e extirpada do planeta. Para que sobrevenha uma palestina livre, com judeus, muçulmanos e cristãos vivendo em paz, como era antes da chegada dos branquinhos askenazis.

O governo de Israel é realmente o governo da extorsão, do terrorismo, do Mossad, das Torres Gêmeas, do Wainstein e do Epstein, com sua contumaz política de extorsão e de propina oferecida aos políticos americanos. Só esse tipo de poder pode explicar como 2% da população americana controlam os outros 98%. E isso nada tem a ver com a população judaica, mas com os sionistas que controlam as finanças e a mídia americanas, a ponto de criarem uma vertente bíblica falsa que produziu a escumalha dos cristãos sionistas.

E não adianta nos chamar de antissemitas. Entre nossos maiores ídolos estão inúmeros judeus. Aqui uma lista deles:

Marx
Freud
Einstein
Chomsky
Max Blumenthal
Schlomo Sand
Norman Finkelstein
Primo Levi
Owen Jones
Miko Peled
Gideon Levi

… e muitos outros nobres judeus que lutam contra a opressão na Palestina

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Virada

Saber que o Irã – mesmo com todos os seus defeitos e idiossincrasias – colocou o império de joelhos e humilhou os racistas supremacistas de Israel, provando ao mundo que as forças armadas de ocupação de Epstein não passavam de um tigre de papel, que o domo de ferro era uma peneira e que uma nação unida por um objetivo claro e justo se torna invencível, não tem preço. Ver centenas de colonos israelenses chorando a morte dos seus matadores de crianças é uma cena marcante para esta geração que se acostumou a ver apenas as lágrimas das famílias palestinas

Aliás, vocês perceberam como todo o regime que se opõe ao Império é imediatamente tratado pela imprensa sionista americana como terrorista e “horroroso”? Qualquer um pode tentar adivinhar qual a a falha moral que os americanos pretendem acusar seus adversários, basta usar da criatividade. No caso iraniano é a “misoginia”. Afinal, “obrigam” mulheres a usar véu, e isso é muito pior do que o fato de serem maioria nas Universidades e ocuparem posição de liderança em várias áreas. Na Rússia o problema era com os gays e a homofobia do Putin, alardeados cotidianamente para angariar a simpatia dos identitários. No Afeganistão foi o combate ao ópio, e na Venezuela os narcotraficantes. Tudo mentira, tudo propaganda, assim como era falsa a existência de “armas de destruição em massa” no Iraque de Sadam, como sabemos, porém usados como justificativas morais para atingir objetivos geopoliticos e roubar recursos naturais.

No Brasil, quando decidirmos encarar nossa vergonhosa submissão aos ditames do Império Americano e resolvermos enfrentá-los com bravura, qual será a desculpa que eles usarão? Por acaso será o “terrorismo das favelas”, ou a “corrupção dos triplex”? Quem sabe não será a “destruição sistemática da Amazônia”? Quem mácula moral será colocada sobre o nosso povo para justificar uma intervenção? Existem várias alternativas, mas por certo que a direita brasileira se aliará automaticamente ao invasor externo, reproduzindo as desculpas que eles mesmo vão estampar em seus jornais. Os Bolsonaro já estão fazendo isso agora mesmo nos Estados Unidos, não se espantem. O Império sabe como manipular seus acólitos para justificar sua eterna intromissão nos assuntos domésticos.

A verdade é que o Irã ensinou ao mundo que é possível se defender contra a potência agressora imperialista usando as armas da estratégia, usando inteligência apurada e planejamento sofisticado na defesa da soberania nacional, mesmo com poucos recursos e sob bloqueio. O Hamas e a defesa libanesa seguem o mesmo padrão, com ainda menos condições econômicas, mas mostrando aos racistas que a defesa do território nacional não tem preço. Fico feliz de ter testemunhado esta virada do Sul global em direção à liberdade e à autonomia, por um mundo multipolar.

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Uma ilha de democracia

Nas últimas semanas comecei a ver de novo nas redes sociais um movimento que me chamou a atenção. Voltaram a aparecer as críticas à República Islâmica do Irã e a comparação com a fulgurante democracia israelense. Diante da guerra aberta, com o céu das grandes cidades de Israel iluminadas pelos mísseis balísticos iranianos e com o zumbido mortífero dos drones que sobrevoam a suntuosidade de Tel Aviv e Haifa, o ocidente voltou a ser inundado com propaganda imperialista, que coloca o Irã como um país “do mal” enquanto o enclave branco ocidental chamado Israel passa a ser descrito como um oásis de civilização no meio de um deserto de valores morais.

Primeiramente, é importante levar em conta que Israel não é uma democracia – longe disso. O projeto sionista deixou claro, desde os primórdios de sua implantação, que não seria possível manter Israel sem uma maioria consistente de judeus, e que esse a quantidade de árabes na sociedade israelense jamais poderia ultrapassar 30%. Entretanto, Armon Soffer, proeminente demógrafo israelense, os judeus já são minoria quando se analisa a Palestina: Israel e os Territórios ocupados. Desta forma, incorporar as populações palestinas em um único país destruiria a hegemonia étnica artificial estabelecida após o Nakba em 1948. Ou seja: Israel é uma etnocracia institucional; está em sua constituição de que aquela é a “pátria dos judeus”. Fica evidente para quem estuda as questões da Palestina as razões pelas quais Israel não trata como cidadãos – com plenos direitos, inclusive o voto – os 7 milhões de palestinos dos territórios ocupados. Essa democracia destruiria a “maioria judaica”, artificialmente produzida pela expulsão de 750.000 palestinos em 1948 e pela limpeza étnica efetuada nos últimos 77 anos.

Já essa história de Israel como “defensor da democracia”, uma “barreira de valores ocidentais a impedir a invasão da barbárie muçulmana”, é uma mentira; uma farsa imperialista. O que existe como valor primordial se resume nos interesses econômicos e geopolíticos da região. Entretanto, vi surgir de novo a mesma retórica identitária, que agora parte de segmentos da própria direita mais oportunista: “Estariam membros da comunidade LGBT mais bem hospedados e mais seguros na Palestina ou no Irã?” Esta é um dos argumentos mais usados para atacar o Irã ou qualquer país de maioria islâmica, da Palestina à Indonésia. Primeiramente, isso mostra uma ignorância inaceitável sobre as disparidades existentes dentro do mundo muçulmano. Essa afirmação tem o mesmo nível de absurdo de questionar a “vestimenta típica da Europa”, ou a “comida do Brasil”, ou mesmo os “costumes morais dos cristãos”, como se o ocidente fosse um bloco hegemônico no qual a comida, a religião e os costumes fossem encontrados de forma idêntica em todas as latitudes. Ora, para uma população de mais de 1 bilhão de crentes, o Islã terá tantas diferenças quanto podem ser encontradas entre um umbandista e um mórmon no âmbito das suas práticas cristãs, sua comida, seus valores, seus costumes e até sua vestimenta.

O Irã fez uma revolução popular para defender seus valores e suas riquezas. Alguém acredita mesmo que americanizar um país, trazendo prostituição, drogas, casinos, metanfetamina, corrupção desenfreada, submissão, etc. significa melhorar a democracia e os direitos individuais dos seus cidadãos? Até a revolução islâmica, o Irã era capacho dos Estados Unidos, e seu líder – o Xá Reza Pahlevi – foi colocado no poder por um golpe de estado patrocinado pelos americanos. Este servia como mero despachante dos interesses ocidentais para o petróleo persa, um agente bem pago da CIA. Assim, antes de debater as questões de grupos específicos, como mulheres e gays, é fundamental entender a importância de defender os valores de um país e perceber o quanto o sul global serve de quintal para os americanos, que vendem sua música ruim, sua comida de baixa qualidade e seus valores capitalistas para nós de forma livre e acrítica. “Sim, mas vejam a liberdade de gays e trans em Israel. Há notícia de alguma parada gay na Palestina ou no Irã?”

Pois eu pergunto: desde quando a existência de paradas gays significa respeito aos homossexuais? Inclusive, muitos gays criticam esse tipo de exposição, basta olhar o que dizem muitas das lideranças dos movimentos LGBT sobre o estereótipo de gay usado nessas paradas. Parada gay em Israel é propaganda imperialista, o famoso “pinkwashing“, e serve para fingir uma pretensa liberalidade ocidental. Só tolos embarcam nessa canoa. Por trás disso está o controle do petróleo, o domínio geopolítico, as ogivas nucleares de Israel e a penetração cultural. E como são tratadas as mulheres em Israel? Bem, depende da cor. Em Israel respira-se arbítrio e racismo. Cerca de 130.000 etíopes, a maioria de judeus, moram em Israel. Conforme o Haaretz, médicos que injetaram anticonceptivos injetáveis em negras etíopes que migraram para Israel alegaram que “pessoas que dão à luz com frequência sofrem”. Mesmo que fosse possível que os médicos tivessem boas intenções (o que é altamente improvável) ao injetarem contraceptivos à força, não há justificativa alguma para privar as mulheres da soberania sobre suas próprias escolhas reprodutivas. Ou seja: o respeito às mulheres vai depender da sua cor, da sua origem e vai sempre estar atrelado aos interesses do etnoestado sionista. O mesmo tipo de tratamento ocorre desde 1948 com a discriminação dos judeus “mizrahim”, vindos do mundo árabe.

É evidente que o Irã não é um exemplo de democracia vibrante. É mais do que claro que uma revolução nacionalista como a que aconteceu em 1979 no Irã deixaria muitas feridas no tecido social e muitas questões sobre os valores e direitos individuais sem resposta, em especial no que diz respeito às mulheres, gays, etc. Entretanto, esse é o preço da liberdade e da autonomia. O Irã não passava de um entreposto comercial dos interesses do ocidente até meados do século passado, da mesma forma como a China sempre o foi durante todo o século XIX até a revolução de Mao em 1949. Depois de um processo revolucionário, com a nacionalização das empresas petrolíferas e um mergulho nos valores da Pérsia, haveria muitas arestas a serem aparadas. Entretanto, essas dificuldades – em especial no que tange as minorias e os costumes – são usados até hoje como instrumento de contra-revolução, querendo nos fazer crer que a vida antes da revolução era muito melhor para as mulheres, os gays, etc. Pergunte aos gays, às mulheres e às crianças palestinas como é viver sob o jugo sionista e esta será a melhor resposta.

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Clubismo insano

A página de um influencer gremista fez uma postagem com essa foto conclamando torcedores a se unir a Israel e condenar os grupos de resistência Palestina que sequestraram estes soldados. Apela para o amor clubista para que nos associemos no clamor pela soltura dos soldados presos pelo Hamas.

É inacreditável essa postagem pró sionista. Parece que Israel não matou mais de 50 mil pessoas, 70% delas crianças e mulheres, além de destruir todas as casas e impor fome para uma população inteira, submetida a crimes de guerra continuados. É uma vergonha ver o nome do Grêmio envolvido com a exaltação de canalhas racistas que estão cometendo os crimes mais atrozes do século XXI.

Pois eu respondo que os sionistas devem parar de matar crianças palestinas antes de pedir pela libertação de seus soldados. A vida desses dois não é mais valiosa do que as 20 mil crianças mortas pelos terroristas de Israel. Nossas preces pela paz e pela liberdade devem ser para todos, e não somente para dois sionistas que estavam fazendo uma festa ao lado de um campo de concentração ao ar livre, não se importando com a vida miserável imposta aos prisioneiros de Gaza. Sim, espero que eles sejam libertos, mesmo que representem o sionismo, a ideologia mais racista e supremacista já criada pela humanidade, mas só depois de Israel cumprir os acordos de libertação dos prisioneiros palestinos, torturados cotidianamente nas masmorras de Israel.

O fato de usar a camisa do Grêmio não transforma um soldado israelense – ensinado desde o berço a desumanizar e matar palestinos – em uma boa pessoa. Não esqueçam que muitos assassinos confessos são presos usando camisetas de clube, e nem por isso seus crimes se tornam aceitáveis. O Grêmio não apoia Israel, o Grêmio não é um clube racista e o tricolor não se associa ao terror de Estado imposto pelo sionismo racista de Israel.

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Uma mentira bem contada

A prisão do jovem estudante Mahmoud Khalil, da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, é um exemplo clássico dos limites do liberalismo. Neste sistema, teoricamente, as pessoas são livres para escolher candidatos entre os partidos existentes, votando em representantes de acordo com seus valores e sua consciência. Além disso, exalta-se a ideia de que a liberdade de manifestação, expressão e organização política é um dos pilares que sustenta a democracia. Nos Estados Unidos você chama um policial de “filho da p*ta” olhando direto nos olhos dele, e se ele reclamar ainda poderá dizer: First ammendment, my dear. Free speech!!” (Primeira emenda, meu caro. Liberdade de expressão!!). Experimente fazer isso no Brasil sendo pobre. A plena liberdade, enquanto valor supremo, sempre foi um orgulho do povo americano, exaltado na literatura e no cinema. Em quantos filmes já ouvimos esta frase e suas variações quando alguém defende o direito de falar sua verdade: “Estamos em um país livre, amigo, não na Alemanha nazista”?

Entretanto, essa liberdade funciona muito bem quando não atinge a estrutura de sustentação, os pilares centrais da sociedade americana: o capitalismo, o imperialismo e a ditadura da burguesia. Para muitos, estes valores e esta perspectiva representam os “reais valores americanos”, que levam ao “modo americano de vida” (American way of life) e, portanto, não podem ser ameaçados. Desta forma, a liberdade de expressão é válida até para permitir marchas nazistas porque estas não ameaçam valores máximos (core values) da sociedade americana, mas se torna problemática quando uma crescente revolta popular com o patrocínio do governo americano ao genocídio em Gaza ameaça os poderes do Império.

Meu pai sempre me dizia que é fácil ser honesto quando não se tem competência suficiente para ser testado pela corrupção. Também é fácil ser simpático quando todos concordam com você. Assim como o teste da honestidade é dizer “não” ao roubo quando ele está ao seu alcance, o teste da liberdade de expressão é aceitar quando alguém fala aquilo que você discorda, não gosta ou diz algo que lhe ofende. A prisão de um jovem que protesta contra a matança de crianças na Palestina é o teste da importância que a primeira emenda realmente tem, e a mais rica nação do mundo parece ter falhado nessa prova.

As democracias ocidentais são governos de força, mesmo quando se vestem com as roupas da democracia. O poder econômico brutal, assim como o controle da mídia, produzem a manufatura de consensos, obrigando grandes massas a pensar de maneira uniforme sobre a organização política do país e suas atitudes com respeito à soberania de outras nações. A frase originalmente cunhada por Walter Lippmann em 1922, e o livro escrito por Edward Herman e Noam Chomsky, “Manufacturing Consent“, já nos alertavam da forma como a mídia se comporta como enorme máquina de propaganda dos interesses da burguesia.

Entretanto, a Internet veio mudar esse jogo e o acesso à informação se pulverizou. Apesar de estar “nichado”, dentro de bolhas de informação, ainda assim é um avanço na democratização da imprensa. Esse fenômeno levou à multiplicação de vozes dentro dos Estados Unidos contra o apoio irrestrito do seu governo aos massacres em Gaza. Gigantescas manifestações foram organizadas em grandes cidades, levando milhares de pessoas às ruas em nome do fim do holocausto palestino. Por esta razão o “deep state” entrou em alerta, e pessoas já estão sendo presas por crime de pensamento, por se organizarem, por protestarem e por se posicionarem contra o lobby sionista, que suga recursos do governo e estimula a morte de, até agora, mais de 50 mil pessoas na Palestina, 70% delas mulheres e crianças.

A prisão de Mahmoud Khalil (um estudante palestino que vive legalmente no território americano), e os esforços do governo americano de expulsá-lo do país por se rebelar contra um massacre, são a evidência que a liberdade de expressão irrestrita nos Estados Unidos sempre foi uma farsa. Quando confrontada com seu limite – o imperialismo, os poderes da burguesia e o complexo militar – mostrou-se frágil, fraca e incapaz de manter a firmeza da primeira emenda. Ruiu como um ídolo com pés de barro, que não suportou o peso do teste ao qual foi submetida. O governo de Trump nos faz o grande favor de desnudar a falsa democracia que sempre foi vendida pela burguesia que o controla. Precisamos agradecer o que ele está fazendo ao mundo, ao expor de forma inequívoca que a democracia liberal é uma mentira bem contada, que seduziu milhões durante décadas, mas que agora afunda de forma inexorável, aos olhos do mundo.

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Mudanças

Fiquei sabendo da entrevista de um economista brasileiro que, num determinado momento de sua vida, abandonou as teses neoliberais que sempre o guiaram e passou a enxergar a sociedade por uma perspectiva mais humanista, valorizando as relações pessoais, a simplicidade e a necessidade de um mundo mais justo e equilibrado. Movido pela curiosidade, fui assistir.

O título era chamativo: Me arrependi, e o entrevistado era o economista José Kobori. Na entrevista, ele conta como passou de um profissional conectado ao catecismo financeiro tradicional para se tornar um crítico do modelo econômico surgido após a era Reagan. Minha curiosidade era pelo caminho que ele teria percorrido para alcançar o extremo oposto de seu antigo pensamento. Que tipo de leitura o convenceu? Teria conhecido Marx, quiçá foi tocado pela leitura de Lenin, Trotsky ou algum socialista contemporâneo, como Harvey?

A resposta não me surpreendeu, pois que eu já intuía que tais mudanças raramente ocorrem mediante epifanias de ordem intelectiva. Quando Nia Georges e Robbie Davis-Floyd estiveram pesquisando profissionais da humanização do nascimento no Brasil, para saber as razões de sua mudança paradigmática na direção de um modelo contra-hegemônico e humanista, as respostas oferecidas por inúmeros profissionais deixaram as suas motivações expostas: todos haviam passado por dramas pessoais, afetivos, emocionais, que os fizeram enxergar a realidade de forma distinta daquela que tinham até então. Não foi a leitura de um livro, ou uma aula na faculdade; foram fatos, quedas, solavancos emocionais, muitos deles doloridos e até vexatórios, que os levaram à mudança.

José Kobori, o economista até então liberal, foi preso na onda de justiçamentos da Lava Jato. Pela descrição que li do seu caso, tratou-se de uma prisão abusiva, absurda, autoritária, sem provas e baseada em vingança. Ele sofreu várias ameaças de morte e foi perseguido por organizações criminosas envolvidas em propinas com governos estaduais. Entretanto, naquela época ninguém ousava questionar os métodos medievais e abusivos da República de Curitiba, tanto a imprensa – apaixonada por figuras nefastas como Moro & Dalanhol – quanto as instâncias superiores do judiciário. Ele foi mais uma vítima dos linchamentos judiciais que mancharam a lisura da justiça brasileira.

E foi esse drama pessoal, e os quase três meses em que esteve injustamente preso, que o fizeram rever seus valores. Quando foi finalmente solto, havia perdido tudo que havia conquistado em termos materiais e foi obrigado a começar do zero. Como tinha experiência como professor, começou a dar aulas pela internet, desta vez mostrando os equívocos do modelo neoliberal. Todavia, foi sua experiência na prisão que abriu as portas para uma visão mais abrangente da sociedade. Lá encontrou assassinos e criminosos comuns, conheceu os sistemas de poder da prisão e teve de se adaptar a essa nova realidade. Entretanto, o que mais lhe chamou a atenção foi que na prisão havia pessoas, como quaisquer um de nós. Boas pessoas, pessoas ruins, egoístas, fraternas, inteligentes e limitadas, culpadas e inocentes; todo o tipo de ser humano, exatamente como havia conhecido fora de lá. Foi então que começou a questionar a justiça social, a fraternidade, a equidade e até a meritocracia, um mito por tanto tempo acalentado que agora desmoronava diante dos seus olhos. Depois dessa vivência traumática, sua vida se transformou.

A mesma experiência teve Miko Peled, filho de um general israelense que foi herói na guerra de 1967. Já entrando na idade madura, teve a oportunidade de debater a questão da Palestina com amigos palestinos que encontrou fora de Israel, o que lhe permitiu abrir os olhos e enxergar o mundo sem a viseira do sionismo. Foi do sofrimento originado da confrontação de suas antigas crenças com as aspirações de liberdade do povo palestino que conseguiu enxergar uma realidade alternativa. Foi sentindo em si a dor da ocupação, recebida pela voz embargada de seus amigos palestinos que descreviam os horrores do apartheid, que a mudança se tornou possível. A partir desse encontro, ele transformou sua vida e assumiu como missão pessoal a luta pela Palestina Livre e pelo fim do regime sionista.

Nesses exemplos fica evidente a veracidade de um antigo axioma: “Não há como mudar racionalmente uma crença surgida da irracionalidade”. A única maneira de mudar posturas recalcitrantes é por meio da abordagem emocional, afetiva e pessoal. Mais do que entender o problema, é preciso senti-lo, e só assim será possível conhecer uma verdade superior. Essas experiências, muitas vezes difíceis e dolorosas, como a prisão no caso de Kobori, ou a morte de uma sobrinha num ato de terrorismo, no caso de Miko, são preciosas por serem fantásticas alavancas de transformação pessoal, desde que possam ser absorvidas de forma construtiva e criativa. O mesmo se pode dizer dos abusos da Lava Jato. A dor que o país ainda experimenta pelos desmandos jurídicos deveria servir como uma lição cívica para que nunca mais se repitam. Esperamos que assim seja.

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Lado

Diga aí: você apoiaria os “terroristas” da França que lutaram contra os invasores nazistas em Paris na Segunda Guerra Mundial? Apoiaria os “terroristas” da Argélia na expulsão dos colonos franceses, que fizeram da Argélia um grande bordel no Magrebe? Apoiaria os “terroristas” coreanos que expulsaram os japoneses do seu país, cuja invasão brutal impedia até o uso da língua coreana e os sobrenomes do seu povo? Estaria ao lado dos vietcongues que libertaram o Vietnã de séculos de dominação estrangeira? Se você não consegue perceber de que lado está na história, então assistiu Star Wars errado o tempo todo, e deveria ter torcido pela Estrela da Morte.

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Terroristas

Qualquer um que tenha lido não mais do que cinco minutos sobre a história do Nakba, sobre o Hamas e a respeito da luta de 76 anos pela libertação da Palestina não repetiria o que sionistas vomitam nas postagens pró-Israel É necessário compreender apenas que aqueles que lutaram pela libertação de Paris para tirar seu país das mãos dos nazistas, os que enfrentaram os ingleses para a independência americana, os que se rebelaram contra Portugal para conquistar a independência de Moçambique e Angola e os que expulsaram os franceses do norte da África para dar fim à opressão francesa na Argélia também foram chamados de “terroristas”, apenas porque as nações opressoras se arrogam o direito de colocar esse rótulo em quem luta contra a sua dominação.

Terrorista mesmo é Israel, até porque a própria criação desse enclave europeu e branco no território da Ásia Ocidental só foi possível a partir de atos de brutal terrorismo. O atual massacre covarde em Gaza não é o primeiro patrocinado pelos sionistas na Palestina e não será o último. Foi precedido por muitas tragédias conduzidas pelos monstros que controlam Israel, como o massacre de Deir Yaseen. Houve também massacres em Haifa em 1947 (nesta época foram mais de 20), e tantos outros, como a emblemática explosão do Hotel King David.

A explosão desse hotel foi um ataque ocorrido na cidade de Jerusalém em 22 de julho de 1946, durante o Mandato Britânico da Palestina, tendo como perpetradores os membros de uma organização armada sionista que lutava pela criação de um Estado racista e etnocrático, apenas para judeus, que viria a se chamar “Israel”. A milícia terrorista envolvida era denominada Irgun (diminutivo de Irgun Zvai Leumi, Organização Militar Nacional). O hotel servia de residência dos familiares de funcionários do governo britânico na Palestina e o ataque foi organizado por Menachem Begin, que seria mais tarde primeiro-ministro de Israel por dois mandatos. O ataque ao Hotel Rei Davi resultou na morte de 91 pessoas (28 britânicos, 41 árabes, 17 judeus e 5 outros mortos) e ferimentos graves em outras 45 pessoas. Aliás, também estavam lá os terroristas David Ben-Gurion, Menachem Begin e Yitzhak Shamir, que dirigiam, respectivamente, os grupos terroristas Haganah, o Irgun e o Bando Stern. Alguns anos depois, todos seriam primeiros-ministros de Israel, sem que qualquer um deles tenha jamais sido punido pelos atos hediondos e os crimes contra a humanidade por eles cometidos. Já pensou o que diríamos se o nosso presidente fosse um terrorista que um dia planejou a explosão de uma adutora para forçar o aumento dos salários de militares? Bem, não deveria ser nenhuma surpresa para nós…

Chega a ser estúpida qualquer afirmação de que a resistência armada de um povo, que vivia naquela região há milhares de anos, possa ser chamada de terrorista, enquanto os invasores da Europa sejam todos eles considerados como tendo um direito natural àquela terra. O Hamas nada mais é do que um grupo de bravos guerreiros que tentam há 7 décadas o reconhecimento de sua nação, combatendo o imperialismo e se defendendo dos massacres, as mortes, os sequestros de crianças, as torturas, os assassinatos e os abusos sexuais contra seu povo. Antes de chamar os palestinos de “terroristas” pense primeiro o que você faria se o seu pai fosse morto, sua irmã abusada, sua mãe morresse por falta de remédios e seus primos e tios estivessem em uma masmorra sionista pelo simples crime de serem palestinos. E se você acha exagero, aqui estão em ordem cronológica os principais massacres cometidos contra a população cristã e muçulmana da Palestina.

PALESTINA LIVRE!!!!

1. Haifa – Massacre – 6/3/1937, 6/7/1938, 25/7/1938, 26/7/1938, 27/3/1939, 19/6/1939, 20/6/1948
2. Jerusalém – Massacre -1/10/1937, 13/7/1938, 15/7/1938, 26/8/1938, 7/1/1948
3. Balad Al-Shaykh – Massacre – 12/6/1939
4. Al Abbasiyah – Massacre – 13/12/1947
5. Al-Khasas – Massacre – 18/12/1947
6. Jerusalem – Massacre – 29/12/1947
7. Jerusalem – Massacre – 30/12/1947
8. Balad Al-Shaykh – Massacre – 31/12/1947
9. Al-Sheikh Break – Massacre – 31/12/1947
10. Jaffa – Massacre – 4/1/1948
11. Al-Saraya – Massacre – 4/1/1948
12. Semiramis – Massacre – 5/1/1948
13. Lydda – Massacre 1948
14. Al-Saraya Al-Arabeya – Massacre – 8/1/1948
15. Ramla – Massacre – 15/1/1948
16. Yazur – Massacre – 22/1/1948
17. Haifa – Massacre – 28/12/1948
18. Tabra Tulkarem – Massacre – 10/2/1948
19. Sa’sa’ – Massacre – 14/2/1948
20. Jerusalem – Massacre – 20/2/1948
21. Haifa Masacre – 20/2/1948
22. Saliha – Massacre 1948
23. Al-Husayniyya – Massacre – 13/3/1948
24. Abu Kabir – Massacre – 31/3/1948
25. Cairo Train – Massacre, Haifa – 31/3/1948
26. Ramla – Massacre – 1/3/1948
27. Deir Yassin – Massacre – 9/4/1948
28. Qalunya – Massacre – 14/4/1948
29. Nasir al-Din – Massacre – 13/4/1948
30. Tiberias – Massacre – 19/4/1948
31. Haifa – Massacre – 22/4/1948
32. Ayn al-Zaytoun – Massacre – 4/5/1948
33. Safed – Massacre – 13/5/1948
34. Abu Shusha – Massacre – 14/5/1948
35. Beit Daras – Massacre – 21/5/1948
36. Al-Tantura – Massacre – 22/5/1948
37. Abu Shudha – Massacre 1948
38. Al-Dawayime – Massacre 1948
39. Khan Yunis – Massacre 1955
40. Jerusalem – Massacre 1967
41. Sabra and Shatila – Massacre 1982
42. Al-Aqsa – Massacre 1990
43. Ibrahimi Mosque – Massacre 1994
44. Jenin Refugee Camp April 2002
45. Gaza – Massacre 2008-09
46. Gaza – Massacre 2012
47. Gaza – Massacre 2014
48. Gaza – Massacre 2018-19 & 2021
49. Gaza Genocide 2023 em andamento

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Israel em frangalhos

O exército covarde de Israel não é bem-vindo em nenhum lugar segundo o jornal Times of Israel. A Nova Zelândia exige que os israelenses divulguem os detalhes do serviço no exército como condição para entrada. Os israelenses que solicitam um visto de turista estão a ser questionados sobre as datas do seu serviço, a localização das suas bases e se “estiveram envolvidos em crimes de guerra”. Austrália recusa vistos para soldados da IDF devido às acusações de genocídio. Há poucas semanas o Brasil procurava um soldado da IDF devido ao genocídio em Gaza e a morte de uma menina com mais de 300 tiros. Estão caçando os genocidas de Israel como caçaram os nazistas depois da II Guerra Mundial.

O genocídio de Israel não compensa. A economia está em colapso e a propaganda não consegue esconder a verdade. A “Nação Startup”, o sector de alta tecnologia de Israel – que já contribuiu com 20% do PIB e mais de 50% das exportações – está em queda livre e vertiginosa. O investimento estrangeiro caiu 60%, a Intel interrompeu um projeto de 25 mil milhões de dólares devido à guerra em Gaza. As exportações, de 71 mil milhões de dólares em 2022, caíram para menos de 50 mil milhões de dólares em 2024, devido a um declínio acentuado na confiança global. (Al-Monitor)
Dezenas de milhares de profissionais de tecnologia estão saindo, empresas lutando para sobreviver.

A reputação global de Israel está em frangalhos – a Turquia proibiu exportações críticas e a China está atrasando deliberadamente o envio de componentes essenciais em solidariedade com a Palestina. O resultado? Caos na cadeia de abastecimento, cancelamentos de projetos e isolamento crescente. Os militares israelenses impuseram novas restrições à cobertura midiática dos soldados em serviço de combate ativo devido à crescente preocupação com o risco de ação legal contra reservistas que viajam para o estrangeiro devido a alegações de envolvimento em crimes de guerra em Gaza. A imagem em Israel se deteriorou de uma maneira irrecuperável. Ninguém quer se associar com um país que promove genocídio e limpeza étnica. O que ainda sustenta Israel é o apoio dos Estados Unidos, mas até onde o contribuinte americano vai suportar a enorme carga de recursos enviados para uma guerra moralmente condenável? Não há mentira que resista para sempre: os crimes da ocupação e do apartheid sionista mais cedo ou mais tarde estarão nas mentes de todos.

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