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Partido único

Por certo que estamos diante de um plebiscito e a prova disso é que ninguém do lado dos democratas está querendo a vitória de Biden, mas a derrota de Trump. O problema é que Biden é senil, incapaz, frágil e um elemento ligado à indústria da Guerra. Muitos americanos falam do “Governo Kamala Harris” que se aproxima, exatamente porque não confiam na capacidade de Biden de levar adiante esta governança. Por outro lado, é fato que os governos democratas tendem a ser muito mais violentos, belicosos, imperialistas e mortíferos, basta ver o desastre do governo Obama e os 7 países destruídos por sua sanha por domínio. Portanto, o mundo que se cuidem com os democratas no poder…

Não consigo perceber nenhuma grande diferença entre os dois, até porque são do mesmo partido. Para mim é como ter no segundo turno Dória vs Aécio… Ainda assim, espero que a vitória de Biden enfraqueça Bolsonaro, o neoliberalismo e a destruição corrente do Estado brasileiro. Essa é a única razão pela minha simpatia pela derrota de Trump. No mais, acho que a verdadeira vitória seria o povo americano perceber que sua democracia é um teatro e uma farsa, que não há escolha verdadeira, que os partidos são iguais em sua fé no império e no capitalismo e que o povo é um estorvo que a cada 4 anos precisa ser chamado para aplaudir a escolha que eles já fizeram.

Americanos são incapazes de enxergar seu próprio sistema. Não esqueça que os americanos chamam o campeonato nacional de Baseball de “World Series”. A questão é que a propaganda maciça sobre os partidos reforça uma diferença que simplesmente se faz nos detalhes, e jamais na essência. A essência do bipartidarismo americano é uma farsa, porque AMBOS tem a mesma visão de sociedade. É assim em Israel, onde TODOS os partidos são sionistas e nenhum deles vai resolver a questão palestina. Para os americanos o imperialismo e o capitalismo não são questões de governo; são questão de Estado, e não existe possibilidade de mudança dentro desse modelo.

Percebam o que aconteceu com Bernie Sanders. Se ele estivesse no Brasil ganharia a eleição, bastando sair do “PT” e ir para o “PSOL”. Mas Bernie – um social liberal dos mais frouxos – é IMPEDIDO de concorrer pelo boicote interno do partido democrata, apenas porque arranha suavemente a lataria do capitalismo predador e excludente dos Estados Unidos. E fora desses partidos não existe vida política representativa nos Estados Unidos.No mais…

FREE PALESTINE

FREE ASSANGE

FORA BOLSONARO

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Products

Both candidates are the worst products of a decadent capitalist Empire. But, obviously, Trump is a bigot psychopath whose entire life is dedicated to selfishness and lies. In my perspective none of them will be able to stop the inevitable fall of the American genocidal domination of the world. Hope I am right and we will be able to witness the birth of a new socialist society around the globe (yeah, it’s a globe).

Martha Remington, News for Today, 10.23.2020

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De novo, Charlie

De novo fatos semelhantes ao episódio do Charlie Hebdo sacodem a França, um país que, após uma história de colonialismo espoliador e cruel, hoje recebe milhões de imigrantes do Magreb, numa curiosa reversão de fluxo humano.

Um professor mostra a caricatura do profeta Maomé em aula, o que causa revolta dos alunos e seus pais muçulmanos. A atitude dele foi temerária. Riscou fósforo em um paiol de pólvora étnica. A questão é que não se trata apenas de debater a liberdade de expressão (da qual sou amplamente favorável) mas sobre o uso dela como veículo de racismo e exclusão em um país cuja ação criminosa na África ainda não teve todas as cicatrizes curadas. Se o seu assassinato é condenável pela motivação religiosa, por sua estupidez e barbarismo, as publicações que se escondem por trás da liberdade de expressão para fomentar racismo também deveriam ser questionadas.

Todavia, qualquer que seja o questionamento, não é mais admissível que estas questões sejam solucionadas com violência desmedida e covarde.

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Soltem esses bichos

Quem me conhece sabe que não morro de amores por animais domésticos. E não “amar” os pets não significa que os desprezo, mas apenas que para mim os animais deveriam estar livres na natureza, e não submetidos aos caprichos e carências humanas.

Nessa e em outras eleições estou me surpreendendo (não devia) com a quantidade enorme de candidatos que se apresentam como defensores dos animais. Aqui mesmo na minha cidade um dos candidatos a prefeitura vai à TV com seu cachorro para falar que quer levar a defesa dos animais como uma bandeira para a governança municipal. Mas, esse é outro assunto. Se você chegou até aqui lhe convido a se aprofundar um pouco mais no buraco do coelho…

É evidente que não há nada de errado em querer que os cães e gatos que estão sob a custódia de humanos tenham um tratamento digno e… humano. Por certo que ninguém vai fazer a defesa de maus tratos, violência ou tortura com animais que moram com os humanos e lhes oferecem carinho e companhia.

Claro que vez por outra aparecem casos de acidentes, quando um cão de guarda morde crianças ou adultos, e em algumas situações mais trágicas chegam a levar à morte. Imediatamente os amantes de animais correm em defesa dos bichos dizendo que a “essência” dos pitbull, dos fila ou de qualquer um destes cães ferozes é boa, mas as situações de confinamento e a educação violenta que receberam é que os torna “assassinos”.

Isto é: “o meio os deforma”.

Por esta razão que eu questiono: o Brasil é a terceira maior massa carcerária do mundo. “Considerando presos em estabelecimentos penais e presos detidos em outras carceragens, o Infopen 2019 aponta que o Brasil possui uma população prisional de 773.151 pessoas privadas de liberdade em todos os regimes. Caso sejam analisados presos custodiados apenas em unidades prisionais, sem contar delegacias, o país detém 758.676 presos.” (Dados sobre População carcerária 2019). Gente, encarcerada, maltratada, em condições sub-humanas, torturados, assassinados sob a guarda do Estado, adoentados, subnutridos e vítimas de extorsão.

Por que somos muito mais empáticos com o sofrimento dos animais (mesmo os perigosos como leões, hipopótamos, cobras e aranhas) do que com os homens e mulheres que estão aprisionados? Por que aceitamos que a essência dos cães de guarda é dócil, mas o cuidador é que o brutaliza, mas ao mesmo tempo não acreditamos que todo ser humano é capaz de viver em sociedade e o sistema social em que está inserido é que o torna violento?

Por que devotamos tanta humanidade aos não humanos e aceitamos a animalidade contra nossos iguais? Por que não há defensores abertos na defesa do abolicionismo penal e da proteção dos “animais humanos enjaulados” pelo nosso sistema penal nestas (e em outras) eleições, mas em toda esquina recebemos um panfleto em defesa dos “pets”?

Ninguém diria “animal bom é animal morto”, não? Seria por demais condenável, por ser…. desumano.

Que tipo de sociedade é essa que desumaniza seus irmãos e humaniza os animais?

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Biden x Trump

Disso não tenho dúvida: Trump é um boquirroto, megalomaníaco, arrogante e psicopata mas, ainda assim, o mundo estaria MUITO pior se Hilary estivesse à frente da maior potência mundial. Ela sempre demonstrou – enquanto chanceler americana – que tinha interesses muito mais abrangentes no Oriente Médio e Afeganistão, não importando quantas vidas seriam sacrificadas.

Os democratas no poder – veja-se o queridinho Obama, um verdadeiro criminoso de guerra – são muito mais violentos e imperialistas. Obama bombardeou covardemente SETE países durante sua presidência, sendo o responsável por milhões de mortes, flagelos, assassinatos de mulheres e crianças e pelo retorno da escravidão à Líbia. Biden, que dá sinais inequívocos de senilidade, será um fácil joguete nas mãos da indústria armamentista e o candidato que mais pode aproximar o mundo de uma hecatombe nuclear.

Paradoxalmente, o Brasil pode se beneficiar da vitória de Biden apenas porque cortará os laços do Brasil com a dinastia Trump. Figuras como Eduardo Bananinha ficarão sem o amparo dos patrões americanos. Porém, a Venezuela ficará ainda mais em risco, porque é óbvio o antagonismo desses imperialistas contra países que assumem posições soberanas e autônomas em desafio ao poder central do Império. Cuba, igualmente, deverá receber um reforço das sanções que impedem seu pleno desenvolvimento.

Por questões meramente locais – o desamparo de um genocida e psicopata na presidência do Brasil – eu prefiro que as previsões se cumpram e que Trump seja derrotado. Espero que essa derrota da extrema direita fascista produza uma nova onda de democracia e respeito às leis. Mas, a vitória de Biden deverá deixar o mundo inteiro em alerta. Sabemos muito bem o que a perversão do capitalismo é capaz de produzir de destruição, opressão e morte.

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Bad choices

That’s how Americans can be stupid to their bones. That would be the same if, to fight Bolsonaro, we decide to compliment Temer.

You must be kidding. For sure Trump is a psychopath and unfit for the presidency, but Obama is one of the most prominent killers and murderers of the White House. SEVEN countries heavily bombed during his time as “commander in chief”. Thousands of women and children killed in search for cheap oil. Entire countries like Iraq (where he continued and maintained the warfare), Libia, Yemen, Syria, Afghanistan and many others were turned into ashes. Millions of lives were destroyed.

So the fact that he didn’t cheat on his wife (and you don’t really know if that is true) make him a good president? Seriously? So…. keep in mind that a month ago Jerry Falwell was such a noble and devoted Christian.

Obama was a total failure if we consider his weakness to stop the Empire to destroy lives, countries and the idea of a peaceful world.

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Eleições diretas

Precisamos falar de influenciadores digitais…

Caras como Tico Santa Cruz e Felipe Neto com frequência usam de sua influência para trazer temas com perspectivas extremamente equivocadas. A ideia de que as corporações deveriam ter plena liberdade de escolher seus representantes – como a PGR – garantiria a elas um poder autônomo e não regulado pela vontade popular. Criticar Lula por defender essa indicação em tese é um erro. Ou oportunismo.

Assim, esta instância política (pois age sobre a polis) se estabeleceria acima das decisões democráticas, colocando no panteão do poderosos representante de categorias sobre as quais o povo não tem qualquer ingerência.

“Todo o poder emana do povo…”, ainda está valendo?

Ser contra a indicações interesseiras e até criminosas de Bolsonaro é legítimo, desde que isso não signifique golpear a liberdade dos presidentes eleitos de indicar figuras chaves da administração.

J. Edgar Hoover, que ficou 38 anos no poder eleito por seus iguais (e ai de que não votasse nele) é um bom exemplo de como esse modelo pode ser destrutivo e ameaçante à democracia.

Já pensaram 38 anos de Janot ou Aras? Pensem como seria se eles fossem populistas que agradassem sua clientela (os procuradores) mas agissem contra os interesses da nação? Como retirar alguém com esse modelo alheio às decisões do escrutínio popular?

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Nosso punitivismo de direita

Coisas a depurar no discurso da esquerda que são heranças dos conservadores: o identitarismo que nega a luta de classes e o punitivismo medieval.

“Mark Chapman, o assassino de John Lennon, teve seu pedido de liberdade negado pela 11a vez.”

Se fosse no Brasil Mark já estaria morto, e há muitos anos. Teria sido executado em uma rebelião ou numa luta de facções. Mais provável ainda, teria morrido de tuberculose ou AIDs em uma prisão infecta, imunda, úmida e sem assistência médica.

Se a vertente evangélica de redenção é a cara do sistema penitenciário do Brasil, a prisão perpétua e inexorável é a cara dos Estados Unidos. Em ambos casos se percebe o mesmo modelo punitivista e vingativo que se move por pressão popular e não pelas leis.

Curiosamente, neste caso, Mark Chapman é branco, o que é uma fato pouco frequente nos Estados Unidos ou no Brasil, onde o sistema de justiça serve como proteção das elites e da propriedade, e uma barreira de proteção das castas superiores aos arroubos libertários das classes subalternas.

Apesar de eu ser um defensor do Estado laico e lutar pelo afastamento dos grupos neopentecostais da política brasileira, ainda acredito que, se um sujeito larga o mundo de crimes e vira pastor está será uma alternativa muito melhor e muito mais humana do que mantê-lo preso indefinidamente. Pena de morte e prisão perpétua são regramentos que só podem existir em sociedades doentes e fracassadas.

E já que estamos falando de encarceramento “seletivo”, quero dizer que sou um abolicionista. Com raríssimas exceções, o encarceramento de qualquer pessoa é absurdo, vingativo, antipedagógico e inútil. Sou contra o encarceramento de praticamente todo mundo, com exceção de pessoas cuja vida em sociedade representa sério risco às demais. Certamente não o menino que vende drogas nas esquinas das comunidade ou aquele que roubou um mercadinho portando uma faca.

Manter Mark Chapman preso é apenas o resquício de amor que muitos nutrem por um drogado abusivo, misógino e espancador de mulheres. Fosse outro cidadão qualquer e estaria em casa, já tendo pago sua dívida com a sociedade. Veja a notícia aqui.

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Punitivismo

Responda aí: quanto diminuiria de tráfico e consumo de drogas se traficantes fossem presos? Que diferença faz para a sociedade tirar a liberdade de alguém? Quanto diminuiria o consumo de drogas se todos os traficantes fossem para a cadeia?

A resposta é simples: NADA. O punitivismo não produz NENHUM resultado em médio e longo prazos, e existem comprovações claras disso, basta olhar para os Estados Unidos que tem o maior comércio de drogas do planeta e mais de 2 milhões de encarcerados (a maioria, como no Brasil, por delitos ligados às drogas).

No dia seguinte às prisões de todos os traficantes as vagas seriam imediatamente ocupadas por outros “empreendedores”, que é exatamente o que acontece em todas as prisões de chefões do tráfico. Muito cedo tudo se normaliza e o “02” ocupa o lugar do chefão. Nunca se comercializou tanta droga e nunca se prendeu tanto traficante.

Não digo que ações coercitivas não devem ser usadas, mas a crença arraigada de que medidas duras – de prisões a granel às penas de morte – produzem algum benefício não tem respaldo científico e geram barbárie, apartheid social e genocídio, e jamais ordem e/ou desenvolvimento

A ideia de que traficantes presos produziriam alguma vantagem para nós é uma fraude, uma mentira e um engodo. Punir, botar na cadeia, mandar matar são ações INÓCUAS. Nenhuma sociedade se transformou punindo meliantes e marginais. Todas que tiveram esse sucesso civilizatório combateram o crime na fonte, ao criar emprego e oportunidades, através do princípio da justiça social. Enquanto houver iniquidade, miséria e desejo de consumir droga este comércio vai vicejar.

E lembre: consumo de drogas é sintoma de uma sociedade doente e não a causa do seu desequilíbrio. Essa doença é o capitalismo

sou – e sempre serei – contrário ao punitivismo, contra a ideia de que botar gente na cadeia soluciona alguma coisa. Prender o preto e o pobre não funciona tanto quanto não funciona prender o rico; É INÚTIL. Todavia, não resta dúvida que nossa justiça é racista e classista, mas de nada adianta cometer os mesmos erros com os grandes traficantes, quando o certo seria não cometê-los contra ninguém.

Em geral quando debatemos a impunidade do “colarinho branco” existem DOIS problemas que podem estar misturados. Um deles é o punitivismo, a ideia sem embasamento científico algum que uma sociedade que pune, prende e manda matar é uma sociedade mais justa ou equilibrada. Nada poderia ser mais distante da verdade. O outro problema é a seletividade da justiça, o racismo e o apartheid social que aparecem de forma clara nos julgamentos e prisões brasileiras. Confundir isso é um ERRO.

Sim é DUPLAMENTE errado ser racista e ser punitivista, mas não é porque pretos e pobres são presos que devemos estender esse erro para TODA a população, com a falsa ideia de que dois erros produzem um acerto.

Abolicionismo penal JÁ!!

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Cultura do cancelamento

A cultura do cancelamento, que sacrifica pessoas culpadas ou inocentes, não produz uma sociedade mais moral ou ética, mas fomenta uma cultura de falsidades e mentiras.

Um caso típico é o cancelamento de um famoso diretor americano por grupos feministas com a falsa alegação de que, há 20 anos, teria abusado sexualmente de sua filha. Todas as investigações apontaram para a sua inocência, incluindo o depoimento do seu filho que estava presente na cena em questão. Nunca houve qualquer evidência que comprovasse este crime, e nunca ocorreu nenhum fato semelhante em sua biografia, seja antes ou depois do fato. Investigações independentes da polícia, psicólogos, assistentes sociais foram unânimes: o depoimento da menina é falso e foi ensaiado. Todavia, isso não impediu uma perseguição implacável que dura até hoje.

Entretanto, os atores e atrizes de Hollywood sentem tanto pânico de cancelamento por parte dos “liberais” que quase ninguém ousa enfrentar essa gigantesca patrulha midiática, formada de pessoas ávidas em destroçar carreiras e reputações e prontas a cancelar o futuro desses artistas, políticos, escritores e figuras públicas. E pensar que a “Fatwa” decretada contra Salman Rushdie já foi tratada pelo Ocidente como “barbarismo”, mas hoje vemos que não passa de um cancelamento levado às últimas consequências.

Existe uma prepotência da voz diminuta, o súbito esplendor do “popular”, o sujeito sem brilho que descobre o poder da internet para atacar os ícones da cultura, que tanto ama quanto odeia, por se sentir oprimido pelo seu brilho. Moldados à sua semelhança, os artistas morrem de medo de desagradar a imensa plateia que os sustenta. É por esta razão que os grandes formadores de opinião tem posturas “chapadas” em relação aos temas espinhosos. Ou, muitas vezes, unem-se à turba furiosa acriticamente, apenas para não arriscar a perda de seus benefícios.

Se muitas mulheres preferem acreditar que determinado personagem é machista é melhor concordar do que ser vítima de um ataque massivo por parte desse grupo. O mesmo com a homofobia ou o racismo. Quem ousa denunciar abusos dos liberais? Sim, só a direita.

O resultado é uma cultura de falsidades, não uma sociedade justa ou equilibrada. Um modelo que joga para o extremo e rotula dissidências de forma peremptória e inexorável produz mártires ou covardes, mas não estimula o debate livre ou a oxigenação de ideias. Basta uma simples discordância com os cânones dessas áreas para lhe condenar (eternamente!!) como racista, homofóbico, machista ou fascista, bastando para isso discordâncias simples em detalhes colaterais.

Prisioneiros da opinião pública, pouco resta de sinceridade no que se escreve e se diz. Amordaçados pelo politicamente correto ninguém ousa arriscar, pois que um passo em falso pode determinar o cancelamento total e a ruína. O pior é reconhecer que as vozes mais firmes contra o império da hipocrisia estão à direita, pois que a esquerda facilmente sucumbiu ao discurso dos identitários e às falas politicamente corretas.

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